A esquerda contra a liberdade de expressão

O ponto mais curioso para quem está começando a entender agora do que se trata a esquerda, é o cinismo involuntário.

Em todos os seus protestos, eles afirmam ser contra o fascismo, mas na verdade eles nem sabem o que isso significa e ficam por aí passando vergonha gritando contra suas próprias atitudes. Eles até sabem que a palavra é forte e associada a figuras como Hitler, mas nenhum se atreve a descrever com um pouco de profundidade o espírito do termo. Por incapacidade, mesmo.

Fascismo, sem entrar no mérito econômico, é a política do pensamento único. Se você não pensa como os fascistas, eles estão autorizados a utilizar a força contra você. Proíbem livros, filmes, músicas… Tudo aquilo que, na opinião do fascista, pode ser prejudicial ao seu movimento. Muito importante destacar novamente que tudo se baseia na opinião do fascista.

É claro que os regimes fascistas faziam uso da polícia para censurar sua opinião e hoje quem está nas ruas fazendo o serviço é a militância. Também é importante destacar que a militância não é o povo. Militância negra é diferente de negros, militância LGBT é diferente de público gay e assim por diante. É fácil diferenciar: Uma parte enorme do público gay jamais sairia às ruas ao lado de pessoas com bandeiras do PSOL.

A militância até faz algumas assembleias para tomar decisões, mas só eles mesmos podem votar. Que diferença faz?

Isso é tudo o que você precisa saber para analisar o comportamento dos esquerdistas nas próximas situações.

1. Protesto violento contra a palestra de Milo Yiannopoulos consegue cancelar o evento.

2. Protesto contra palestra de Ben Shapiro bloqueia entradas e chega a tocar o alarme de incêndio. Tudo em vão.

3. Se você está pensando que a esquerda americana está motivada por Donald Trump, veja a situação no Brasil em 2013, quando uma mesa redonda foi impedida por protestos em uma feira de literatura na Bahia.